Homenagem: Antônio José Rondinelli Tobias

rondi-1Ontem (09/02), membros do FLA+ tiveram um encontro muito especial com um dos ídolos da história do Flamengo: Rondinelli. A conversa foi marcada por histórias e lembranças da época do zagueiro no clube.

Diante disso, o FLA+ gostaria de prestar uma homenagem e agradecer a oportunidade de conhecer o Homem, Antônio José Rondinelli Tobias. O atleta, já conhecíamos dos tempos memoráveis das décadas de 70 e 80. Os mais velhos, ao vivo e os mais jovens, pelas histórias contadas por outros flamenguistas, conforme pôde observar com o relato dos mesmos, na reunião de ontem à noite.

Gostaríamos de agradecer por, pacientemente, ouvir nossas histórias de vida relacionadas a você, aos seus companheiros e ao CRF.

Aliás, o termo “ídolo” expandiu-se da esfera divina (uma divindade que se adora como se fosse a própria divindade) para a esfera humana. Você é um Ídolo humano e assim,  fez-se através da aclamação popular espontânea.

O verdadeiro ídolo pensa “em nós”, nunca no “eu”.
Nas horas em que estivemos juntos, você sempre citou o coletivo.
Em suas palavras: de A a ZICO. Isso é louvável.

Às vezes não nos damos conta da dimensão de um ídolo, mas conversando mais abertamente com pessoas como você e outros (de todos os clubes, sem exceção), vemos o poder que possuem junto ao público.
São histórias de vida que vocês têm e que proporcionam a quem vos acompanham. Todas bonitas como vimos e ouvimos ontem.

Assim, rendo minhas homenagens a você por pensar no semelhante e estender a mão a companheiros que não tiveram a mesma sorte.

Você realmente é um ídolo.
Se já gostávamos de você, depois de ontem, o idolatramos mais.

Um fraternal abraço dos amigos rubro-negros, SRN.

***Texto de autoria Carlos Neves, membro do Fla+

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2 Comentários

Gustavo Fernandes

2 anos atrás

Realmente, uma noite memorável para os rubro-negros do FLA+ e convidados! SRNs

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Rubem Ricardo

2 anos atrás

Inesquecível Rondinelli. Esse nem o Abel consegue esquecer: até hoje deve estar sentindo o bafo da fera em seu cangote, no memorável gol do título de 1979. Vida longa ao Deus da Raça!

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