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Reunião do Fla+ com a Chapa Azul, de Mario Esteves Filho

IMG_0859Conforme informamos na postagem 3ª Reunião com chapa candidata ao Conselho Fiscal, o FLA+ realizou reunião com uma das chapas candidatas na Eleição do Conselho Fiscal. Realizada com a Chapa Azul, encabeçada por Mário Esteves Filho, a terceira e última reunião com as chapas concorrentes ao conselho fiscal do Flamengo para o triênio 2016/2019 foi realizada na última quinta-feira, e contou com a participação presencial de membros do Fla+, que puderam realizar suas perguntas e tirar suas dúvidas em relação a proposta da Chapa Azul. Houve presença da maioria dos membros da chapa, além do coordenador da campanha.

O atual candidato a reeleição, Mário Esteves Filho iniciou dizendo entender que o Conselho Fiscal deve ser estritamente um conselho técnico, e que a principal preocupação no atual mandato sempre foi desfazer a imagem criada pela gestão anterior, que segundo os membros da Chapa Azul, utilizaram o CoFi como trincheira política, o que teria prejudicado o Flamengo.

Por ser candidato a reeleição, Mario Esteves conduziu a reunião muito fortemente como uma espécie de prestação de contas, ressaltando os trabalhos realizados e medidas que ele considerou como evidências de proatividade, como questionar e solicitar alterações nas propostas recebidas pelo Conselho Diretor, quando nestas foram identificadas necessidades de ajustes.

Mário afirmou que concordava com boa parte dos documentos elaborados pelo Fla+, mas que não poderia assinar o compromisso, pois não acreditava que os itens relacionados à maior transparência e a entrega antecipada dos pareceres pudessem ser cumpridos. Assim, a Chapa Azul foi a única das 3 chapas que não assinou o compromisso com os documentos do FLA+.

Defendeu que em alguns casos, não é possível solicitar mais tempo ao Conselho Diretor, e isso acaba resultando na entrega de pareceres ao Conselho Deliberativo ou de Administração, com quase nenhuma antecedência. Este era um dos pontos de nosso documento, visto que não foram raras as vezes em que os conselheiros do CoDe ou CoAdm praticamente não tiveram tempo hábil para analisar os méritos dos temas em votação, restando como opção confiar no parecer do CoFi. Disse não entender isso como uma questão do CoFi, mas que deve ser cobrado ao Conselho Diretor e aos demais Conselhos e suas respectivas comissões.Com relação a transparência dos pareceres, novamente, repassou a responsabilidade aos demais conselhos, afirmando que essa questão deveria ser cobrada dos conselhos que recebem os pareceres do Conselho Fiscal.

Um os pontos questionados pelo FLA+, foi em relação aos pareceres emitidos sobre os empréstimos propostos pelo Conselho Diretor, que geraram contratos entre o Flamengo e a instituição financeira (Banco Brasil Plural), cujo sócio e diretor é o atual Vice Presidente de Finanças do Flamengo. Foi colocado que, apenas no terceiro empréstimo realizado junto ao Banco Brasil Plural, houve citação por parte do Conselho Fiscal, do que foi considerado “Justificativa Relevante”, mecanismo previsto no Estatuto do CRF para que este tipo de operação financeira possa ser realizada em caráter excepcional junto à instituição financeira administrada e de sociedade de um membro do Conselho Diretor. Foi lembrado também que o sistemático uso deste mecanismo, sem a devida “Justificativa Relevante”, foi alvo recente de requerimento protocolado junto ao CoFi por diversos associados do clube e cuja iniciativa foi de autoria de atuais membros do FLA+.

Foi lembrado ainda que tal contrato deixa o Flamengo exposto a penalizações prevista pelo Artigo 25º da Lei 13.155/15, conhecida como Lei do PROFUT, que considera que “celebrar contrato com empresa da qual o dirigente, seu cônjuge ou companheiro, ou parentes, em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau, sejam sócios ou administradores” é um ato de gestão irregular e temerária. Apesar deste enorme risco, em nenhum dos três empréstimos realizados, esse fator foi alertado aos membros do Conselho de Administração através do parecer do Conselho Fiscal.

Os membros da Chapa Azul alegaram que o Flamengo não estaria exposto, visto que o Banco Brasil Plural é apenas um intermediário da operação financeira e não quem efetivamente empresta recursos ao Clube. Tivemos que insistir e alertar aos candidatos que independente do serviço prestado, o fato de haver um contrato assinado, e pelo qual a instituição obtém contrapartida financeira já deixa o Flamengo exposto a punições do PROFUT.

Ao final da reunião, Mário Esteves pediu o apoio do FLA+ na eleição prevista para o dia  22 e ratificou a decisão de não assinar a pauta de compromissos do FLA+

Na sexta-feira passada, dia 04, foi realizada reunião com representante da Chapa Branca, Francisco Gularte, e na segunda-feira, dia 07, foi realizada reunião com a Chapa Lilás, liderada por Sebastião Pedrazzi. Assim, o FLA+ completou as sessões de sabatina com as três chapas concorrentes.

Conheça o conteúdo dos documentos nos links abaixo:

Conceito FLA+ para atuação do Conselho Fiscal do Flamengo

Pauta básica do FLA+ às chapas candidatas ao Conselho Fiscal

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